Bananas Music Branding

Music Branding: os 4 níveis para se tornar uma marca musical

 

 

Music Branding: conheça os diferentes níveis de relacionamento de uma marca com a música



Em uma sociedade cada vez mais digital e política, onde consumidores escolhem produtos baseados em seus valores pessoais, enxergamos o potencial da música como forma de conectar marcas e pessoas de uma maneira ainda mais verdadeira e emocional.

 

Há quase 8 anos criando projetos de Music Branding para empresas, o Bananas Music já atendeu mais de 100 clientes de diferentes perfis e segmentos entre marcas, festivais de música, conferências, artistas e gravadoras. Nesse tempo, percebemos que as ações para conectar marcas e clientes através da música podem variar de acordo com o nível de envolvimento que a marca já tem com projetos musicais.

 

Se perguntarmos quantas marcas ligadas à música você conhece, quais viriam primeiro na sua cabeça? 

 

Provavelmente essas que você lembrou estão no que chamamos de nível 4 de envolvimento com a música.

Abaixo explicamos melhor como classificamos cada um dos quatro níveis que identificamos durante nosso trabalho.

 

 

 

Nível 1 # A MÚSICA COMO PONTO DE PARTIDA 

 

Chamamos de nível 1 as marcas que apresentam música aos seus consumidores da forma mais básica: música ambiente para loja e uma presença nas plataformas de streaming. As playlists de empresa no Spotify, por exemplo, fazem o consumidor ter contato com a identidade musical da marca fora do ponto de venda, fazendo com que o cliente possa interagir com a marca através da música em qualquer lugar ou situação que não necessariamente durante a experiência de compra em loja.

 

Para as marcas que desejam começar a se relacionar com seus clientes utilizando música, as ações de nível 1 são um ótimo ponto de partida. Nos exemplos de marcas no nível 1, temos a criação da identidade musical e playlists para  ponto de venda de vários clientes de diferentes segmentos que vão desde lojas de moda, passando por bares e restaurantes e até aeroportos, como o RioGaleão

 

Para projetos de Spotify, já criamos playlists para mais de 80 empresas, tanto nacionais quanto internacionais.

Você pode conferir o que fizemos para a Ford Brasil aqui.

 

 

Nível 2 # MÚSICA COMO RELACIONAMENTO 

 

Entendemos que o nível 2 representa o uso da música para expandir diálogos. Ou seja: a marca começa a se utilizar da música para conversar com os seus consumidores. Pode expressar seus propósitos e valores, fazendo parcerias com artistas que compartilham do mesmo ponto de vista.

 

Esse também representa o primeiro nível onde o consumidor vai ser impactado com o conteúdo musical e pode responder, através de ações nas redes sociais, consolidando assim a desejada conexão.

 

Já trabalhamos com as Lojas Gang no desenvolvimento do Gang App, um aplicativo musical da marca - e que almeja ser também um canal de relacionamento com os clientes. Outro projeto que fizemos para o segmento de moda, foi a curadoria e contratação de artistas locais para shows de inauguração de lojas Youcom em cidades estratégicas para a marca, como Porto Alegre, Salvador e Goiânia.

 

 

Nível 3 # MÚSICA COMO POSICIONAMENTO 

 

O nível 3 é a fase em que comumente encontramos as empresas que já usam música como posicionamento e é, na maioria das vezes, relacionada a um artista ou projeto musical, seja como apoio ou patrocínio.

 

Nessa fase é bastante comum a presença das marcas como patrocinadoras de festivais ou mesmo na produção de eventos musicais proprietários. Mas também são possíveis estratégias de co-branding, quando uma marca e um artista desenvolvem juntos um produto ou coleção assinada, por exemplo. 

 

Durante a quarentena, a Youcom promoveu uma série de ações integradas com o cantor Vitor Kley, incluindo o patrocínio de uma live do artista.

 

Nos últimos anos, participamos ativamente da criação e estratégia de diversos projetos musicais com o objetivo de posicionar marcas no mercado.

 

 

Nível 4 # MÚSICA COMO PLATAFORMA DE NEGÓCIO

 

O nível 4 é também nível máximo de envolvimento de marcas com a música - aqui ela já pode ser considerada uma marca musical.

 

Nesse nível, as marcas geralmente têm uma vertente musical dentro do seu modelo de negócios, como selos, estúdios ou editais, por exemplo. Também podem ser proprietárias de festivais e eventos musicais de todos os tipos. Oferecem apoio e patrocínio contínuo a artistas, bandas, DJs e outros.

 

No Brasil, quando pensamos em marca musical, logo vem à cabeça a Natura Musical, com seu edital que financia projetos muito importantes para o desenvolvimento da música brasileira. Em 2020, nos 15 anos do edital, nossa diretora Juli Baldi participou da co-criação do novo Natura Musical, que juntamente com o time da marca e 10 profissionais da indústria da música, definiram a expansão e as novas premissas do edital para os próximos anos.

 

Uma marca não se torna musical da noite para o dia

 

Entretanto, acreditamos que essa conexão se torna consistente quando a marca entende a maturidade do seu negócio e respeita o seu processo de envolvimento com a música a longo prazo. Essa relação pode começar na expressão do posicionamento da marca através da identidade musical e evoluir até ter a música se tornar parte do seu modelo de negócio.

 

Nosso desafio no Bananas Music é entender em qual nível de envolvimento com a música a marca se encontra no início da parceria e, a partir desta análise, criar projetos 360º que envolvem diferentes ações de music branding, pensadas especificamente para cada marca em seu determinado nível.

 

Além das já tradicionais playlists no PDV e no Spotify, fazemos a  gestão de projetos musicais, seleção e relacionamento com artistas para ações de branded content, curadoria e direção artística para eventos e festivais,. 

 

Manda um email pra gente e vamos criar juntos a estratégia de music branding da sua marca :)

 

 

.txt por Juliana Castro, @missindieporai

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